domingo, 28 de outubro de 2007

será que era mesmo o teu carro?

Sabes não gosto nada que me façam de burra mas tu gostas de me fazer. Um fim de semana tão grande e vi-te durante 45m?! Talvez menos... Sábado estives-te fora, domingo igual e por mais que te demonstra se que queria estar contigo não vies-te. Fui beber o meu belo café, bater um papo com uma amiga quando entre as 22h e as00.15h vi passar o teu carro na rotunda. Não imaginas a raiva com que fiquei. Porque é que não me disses te que vinhas mas que não te apetecia estar comigo? A sinceridade custa assim tanto?
Hoje quando me ligas te inventas te a maior desculpa, fazendo me a maior burra.
Não gosto
Não gostei
e
Não vou gostar.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007



Sabes este é daquelas músicas que me fazem chorar, tal como tu. Fazes-me chorar pela tua indiferença. Essa que me mata e que não me torna mais forte de maneira nenhuma. Essa que me desassossega e que me faz sentir pior que tudo.Há dias em que nos sentimos perdidos, uma tristeza toca-nos o coração e sem percebemos porquê, uma vontade louca de chorar atinge-nos... e não controlamos as lágrimas, nem os nossos gestos... ás vezes o caminho parece tão longe... tudo nos foge pelas mãos e eu hoje, tenho tanto, tanto medo...
Hoje é o dia, têm sido os dias....

Novamente me enganei

A partir daí não me sais-te mais da cabeça, não tens vergonha? Só me apetece falar contigo o dia inteiro, contar te tudo o que aconteceu na faculdade, falar-te sobre esta e aquela pessoas... Porém não estas minimamente interessado.
O tempo fez-te bem e a tua viagem também. Parece que voltas te com saudades e que querias estar presente na minha vida. Mas novamente me enganei. Voltas te com vontade de cama, de acção e desejo, divertimento e prazer.
Para mim é inevitável não estar contigo por isso a cama, acção, desejo, divertimento e prazer eram palavras que se repetiam ao expoente da loucura e todas as semanas.

Jantar + café + cama

Um jantar agradável com uma companhia ainda melhor. aquela noite de 4 de Outubro. Estava nervosa, tinha medo de ficar sem assunto, de não estar a altura, de mil e coisas que agora vejo que não faziam qualquer sentido. Fiquei embaraçada quando disses te que pagavas, como fico sempre que vamos jantar. Deixaste me fascinada com a inteligência, humor, simpatia. Foste e és um verdadeiro cavalheiro, um gentleman. E isso fascinava me. As tuas conversas, a tua maneira de estar tudo me parecia bem.
Não te resisti e no dia a seguir bebi café contigo. Mas quando me ias deixar em casa fizeste me uma proposta que não consegui recusar. Querias companhia porque estavas sozinho. Querias mais um dedo de conversa ou talvez dois. Foi nessa noite que demos o nosso primeiro beijo e a primeira queca. Chamo lhe queca porque foi a atracção física e não amor. Chamo lhe queca porque tanto tu como eu tínhamos o corpo em chama, uma vontade infinita de nos unirmos. Queca porque não passou disso mesmo.
Conhecia-te! Conhecia-te muito bem de vista. O primo da amiga que teve um caso com esta e aquela. Aquele que era o betinho e não falava com ninguém, o que se achava importante.
Nunca me foste indiferente, havia qualquer coisa em ti que me chamava e me torturava de curiosidade. Esta que não mata mas mói.
Foi naquela noite em que a "sangria" falou mais alto, naquela em que estivemos imenso tempo à conversa. Noite de 8 de Setembro será que te recordas? Será que porventura deste a minima importância? Não me parece. Foi só mais uma conversa de muitos sábados à noite, mais uma conversa com uma miuda... Só mais uma conversa.