Estou farta! Farta de ti, do teu cheiro, dos teus movimentos! Quero-te distante. Longe vão os tempos dos nossos movimentos simbióticos, onde um sopro transportava tudo o que tínhamos, e transformava o fluido aquoso do nosso amor em vapor.
Tornaste-te num objecto egoista, fechaste-te na tua redoma e viajaste para longe. A escolhe foi tua, e o blihete é só de ida. Permiti que entressas dessa forma na minha vida, e sem pedir licença irrompeste pela minha casa, pelo meu quarto, pela minha cama e despiste-te de vergonha. Violaste as leis do bom senso, quando achaste que o meu corpo seria o teu. Usaste-o a teu bel-prazer até saciares o teu apetite, e quando satisfeito, encostavas o meu corpo a um canto, acendias o teu cigarro e, na escuridão ensurdecedora, adormecias. A manhã seguinte era constantemente vivida da mesma forma, acordava sempre sem ti ao meu lado e sem saber que destino tinhamos tomado, não sabia sequer se nessa noite voltarias.
A ansiedade era incontrolável, tornava-me incapaz de telefonar para questionar o que quer que fosse com receio que não voltasses nunca mais.
Hoje, num dia cinzento, acordei uma vez mais sem ti ao meu lado, levantei-me e olhei à janela, aquela em que me debrucei todos os dias quando tu desaparecias. Chovia bastante. Nesse momento, decidi que essas gotas fariam parte das minhas últimas lágrimas. Fiquei ali toda a manhã e recuei até ao nosso primeiro dia, o último da minha vida. Hoje renasci e percebi que só posso agradecer-te por tudo o que não fizeste por mim.
FARTEI!
terça-feira, 6 de novembro de 2007
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
...
Porquê? Será que fazes isto só para me aborrecer? Será que é mesmo o que sentes? Tenho tanta pena que sim. Sabes agora que gosto mesmo de ti não há nada a fazer. Gosto de ti e pronto! Gosto da maneira como me dá um beijinho no canto da boca, como me dás a mão quando me sentes longe, quando me agarras com aquela vontade... Sabes o que gostava mesmo? Que gostasses tanto de mim como gosto de ti. Gostava que te preocupasses comigo, me perguntasses como correu a faculdade, se estou bem disposta, que me mandasses mensagens com um simples beijinho, que falasses comigo à noite ao telemóvel para me sentir menos sozinha, que me ligasses durante um dia para apenas um olá..
Quem me dera que o meu telemóvel tocasse e fosses tu para dizer que me adoras e que sentes a minha falta! Sei que não vai acontecer por isso fico me por aqui.
Fazes me mal!
Quem me dera que o meu telemóvel tocasse e fosses tu para dizer que me adoras e que sentes a minha falta! Sei que não vai acontecer por isso fico me por aqui.
Fazes me mal!
domingo, 28 de outubro de 2007
será que era mesmo o teu carro?
Sabes não gosto nada que me façam de burra mas tu gostas de me fazer. Um fim de semana tão grande e vi-te durante 45m?! Talvez menos... Sábado estives-te fora, domingo igual e por mais que te demonstra se que queria estar contigo não vies-te. Fui beber o meu belo café, bater um papo com uma amiga quando entre as 22h e as00.15h vi passar o teu carro na rotunda. Não imaginas a raiva com que fiquei. Porque é que não me disses te que vinhas mas que não te apetecia estar comigo? A sinceridade custa assim tanto?
Hoje quando me ligas te inventas te a maior desculpa, fazendo me a maior burra.
Não gosto
Não gostei
e
Não vou gostar.
Hoje quando me ligas te inventas te a maior desculpa, fazendo me a maior burra.
Não gosto
Não gostei
e
Não vou gostar.
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Sabes este é daquelas músicas que me fazem chorar, tal como tu. Fazes-me chorar pela tua indiferença. Essa que me mata e que não me torna mais forte de maneira nenhuma. Essa que me desassossega e que me faz sentir pior que tudo.Há dias em que nos sentimos perdidos, uma tristeza toca-nos o coração e sem percebemos porquê, uma vontade louca de chorar atinge-nos... e não controlamos as lágrimas, nem os nossos gestos... ás vezes o caminho parece tão longe... tudo nos foge pelas mãos e eu hoje, tenho tanto, tanto medo...
Hoje é o dia, têm sido os dias....
Novamente me enganei
A partir daí não me sais-te mais da cabeça, não tens vergonha? Só me apetece falar contigo o dia inteiro, contar te tudo o que aconteceu na faculdade, falar-te sobre esta e aquela pessoas... Porém não estas minimamente interessado.
O tempo fez-te bem e a tua viagem também. Parece que voltas te com saudades e que querias estar presente na minha vida. Mas novamente me enganei. Voltas te com vontade de cama, de acção e desejo, divertimento e prazer.
Para mim é inevitável não estar contigo por isso a cama, acção, desejo, divertimento e prazer eram palavras que se repetiam ao expoente da loucura e todas as semanas.
O tempo fez-te bem e a tua viagem também. Parece que voltas te com saudades e que querias estar presente na minha vida. Mas novamente me enganei. Voltas te com vontade de cama, de acção e desejo, divertimento e prazer.
Para mim é inevitável não estar contigo por isso a cama, acção, desejo, divertimento e prazer eram palavras que se repetiam ao expoente da loucura e todas as semanas.
Jantar + café + cama
Um jantar agradável com uma companhia ainda melhor. aquela noite de 4 de Outubro. Estava nervosa, tinha medo de ficar sem assunto, de não estar a altura, de mil e coisas que agora vejo que não faziam qualquer sentido. Fiquei embaraçada quando disses te que pagavas, como fico sempre que vamos jantar. Deixaste me fascinada com a inteligência, humor, simpatia. Foste e és um verdadeiro cavalheiro, um gentleman. E isso fascinava me. As tuas conversas, a tua maneira de estar tudo me parecia bem.
Não te resisti e no dia a seguir bebi café contigo. Mas quando me ias deixar em casa fizeste me uma proposta que não consegui recusar. Querias companhia porque estavas sozinho. Querias mais um dedo de conversa ou talvez dois. Foi nessa noite que demos o nosso primeiro beijo e a primeira queca. Chamo lhe queca porque foi a atracção física e não amor. Chamo lhe queca porque tanto tu como eu tínhamos o corpo em chama, uma vontade infinita de nos unirmos. Queca porque não passou disso mesmo.
Não te resisti e no dia a seguir bebi café contigo. Mas quando me ias deixar em casa fizeste me uma proposta que não consegui recusar. Querias companhia porque estavas sozinho. Querias mais um dedo de conversa ou talvez dois. Foi nessa noite que demos o nosso primeiro beijo e a primeira queca. Chamo lhe queca porque foi a atracção física e não amor. Chamo lhe queca porque tanto tu como eu tínhamos o corpo em chama, uma vontade infinita de nos unirmos. Queca porque não passou disso mesmo.
Conhecia-te! Conhecia-te muito bem de vista. O primo da amiga que teve um caso com esta e aquela. Aquele que era o betinho e não falava com ninguém, o que se achava importante.
Nunca me foste indiferente, havia qualquer coisa em ti que me chamava e me torturava de curiosidade. Esta que não mata mas mói.
Foi naquela noite em que a "sangria" falou mais alto, naquela em que estivemos imenso tempo à conversa. Noite de 8 de Setembro será que te recordas? Será que porventura deste a minima importância? Não me parece. Foi só mais uma conversa de muitos sábados à noite, mais uma conversa com uma miuda... Só mais uma conversa.
Nunca me foste indiferente, havia qualquer coisa em ti que me chamava e me torturava de curiosidade. Esta que não mata mas mói.
Foi naquela noite em que a "sangria" falou mais alto, naquela em que estivemos imenso tempo à conversa. Noite de 8 de Setembro será que te recordas? Será que porventura deste a minima importância? Não me parece. Foi só mais uma conversa de muitos sábados à noite, mais uma conversa com uma miuda... Só mais uma conversa.
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